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domingo, 6 de abril de 2014

Igreja Católica e Maçonaria


Por volta de 1390, conforme registrado no Manuscriptus Regius, o relacionamento entre à Igreja Católica e a Maçonaria era bom. Naquela época, a Maçonaria operativa prestava serviços a Igreja, construindo catedrais. O chefe de cantaria normalmente era um clérigo, que orientava os obreiros, inclusive nos assuntos religiosos.
No que se refere ao Brasil, no final do século XIX, os padres defendiam abertamente idéias liberais, identificando-se com os maçons da época. Em conseqüência, muitos deles foram admitidos na maçonaria, alguns com o consentimento e outros contando apenas com a tolerância de seus Bispos.
“A paz termina quando, numa homenagem prestada pelas Lojas maçônicas do Rio de Janeiro ao seu grão-mestre, Visconde do Rio Branco, registra-se um incidente de maior monta. O padre Almeida Martins, que também é maçom, se apresenta na cerimônia em seus trajes de sacerdote e faz um discurso de saudação, representando a Loja do Grande Oriente do Lavradio, recebendo, por isso, uma punição do bispo diocesano, D. Pedro Maria de Lacerda. Reincidente em sua atuação, é, então, suspenso das ordens sacras. Começa aqui uma guerra surda em que os maçons passam a hostilizar a Igreja, enquanto esta, por seus bispos, age duro contra os religiosos renitentes na prática da maçonaria. Ocorre, então, um incidente mais grave. O bispo de Olinda, D. Vital Maria Gonçalves de Oliveira, jovem de vinte e poucos anos, resolveu aplicar, na área sob sua jurisdição, as recomendações da Encíclica de 1864, do papa Pio IX, proibindo o clero de participar de cerimônias patrocinadas por maçons. O bispo chama particularmente cada um dos sacerdotes envolvidos e ordena-lhes que se dediquem tão somente à vida religiosa, afastando-se de atividades estranhas aos conventos. Encontrando oposição, D. Vital acabou por suspender as irmandades recalcitrantes, impedindo-as de receber novos membros, de participar de ofícios religiosos e até de vestir os seus hábitos. Algumas dessas irmandades recorrem ao Governo e D. Vital, por sua parte, recorre ao Papa que lhe dá poderes para agir com rigor contra os rebelados. Está formado o embrulho, provocado pela espúria união entre o Estado e a Igreja. O acordo entre o Governo e o Vaticano determinava que todas as bulas papais, para serem cumpridas no país, deveriam primeiro receber o execute-se do Governo brasileiro o que não acontecera com a Encíclica cujas recomendações o bispo insistia em aplicar. A crise agrava-se mais ainda quando o bispo do Pará, D. Antônio Macedo Costa, faz um protesto formal contra a maçonaria e se solidariza com D. Vital.
Foi a conta. O Governo apresenta ação criminal contra os dois religiosos, perante o Supremo Tribunal de Justiça, por desrespeito aos poderes do Império. Presos, os dois bispos são levados ao Rio de Janeiro, julgados e condenados a dois anos de prisão com trabalhos forçados, sendo instaurados processos também contra outros padres que lhes deram apoio. Isto ocorreu em 1º de julho de 1873 e só ao final da pena é que os dois bispos foram anistiados, por decreto do Gabinete presidido pelo Duque de Caxias. Mas o desastre já acontecera e seus efeitos são irremediáveis. Já no início do século XVIII, a maçonaria trabalhava no sentido de separar a igreja do estado; instituir o casamento civil; introduzir o sistema republicano de governo; instituir a liberdade religiosa, etc. As encíclicas papais que atacaram a Maçonaria explicitam estas questões: O Papa Leão XII disse em sua encíclica de 13/03/1825, “as obras sobre religião e sobre a república que seus membros ousam dar a luz à publicidade…” A semente da república estava sendo lançada; os líderes religiosos da época começaram a se preocupar com a possibilidade de perder o poder temporal.
O Papa Leão XIII em sua encíclica de 20/04/1884 disse: “os maçons defendem a idéia de que os chefes do governo têm poder sobre o vínculo conjugal. Na educação dos filhos não há nada a lhes prescrever em matéria de religião. A cada um deles compete, quando estiver em idade, escolher a religião que lhe aprouver. Já em muitos países, mesmos os católicos, está estabelecido que fora do casamento civil não há união legítima”. Nesta encíclica, o papa protestava veementemente contra a maçonaria, por estar defendendo a liberdade de religião e a instituição do casamento civil. Isto poderia ser traduzido em perda de influência da igreja sobre os féis. Leão XIII também disse nesta encíclica que: “segundo os maçons, todo poder está no povo livre; os que exercem o poder só são detentores pelo mandato ou pela concessão do povo”. A mesma encíclica afirmava que o poder pertencia a DEUS, o qual transferiu à igreja a responsabilidade de governar, ou de indicar alguém que fosse capaz de fazê-lo. Esta questão é hoje traduzida pelo abuso da televisão que redundou na liberdade sexual, na degeneração da família, no poder atribuído ao dinheiro, etc.
Outro fato digno de nota, é que, no final do século XIX e início do século XX os esforços para a evolução social e política eram divididos entre os católicos conservadores, os liberais e os “cientificistas”. A Igreja católica defendia o pensamento conservador e a maçonaria o liberal. A Igreja tinha nas mãos as escolas que educavam somente os ricos; a maçonaria agiu no sentido de mudar esta situação. Criou escolas noturnas e conseguiu diminuir o custo do ensino, tornando-o mais acessível às classes menos abastadas.
A Igreja católica defendia o pensamento conservador e a maçonaria o liberal.
Isto frustrou o objetivo da igreja, que era manter o status quo da época, ou seja, impedir que o poder mudasse de mãos. Do início do século XX até os dias de hoje não se tem notícias de grandes conflitos entre a Igreja Católica e a Maçonaria. Aliás, é interessante mencionar que entre os membros da maçonaria estão inúmeros católicos praticantes e evangélicos. Em 1984 após a publicação do novo código canônico, a Loja de Pesquisa Quatro Coroados de Londres fez uma pesquisa no Vaticano no sentido de saber como era vista a Maçonaria entre os Clérigos. O resultado mostrou que a maioria achava que somente a maçonaria que tinha tirado Deus de seus Postulados Fundamentais é que era condenável, ou seja, o Grande Oriente da França; não havia nenhuma restrição quanto à maçonaria que exigia que seus membros acreditassem em Deus.
Entretanto, esta não era uma posição oficial, pois, não tinha a aprovação das autoridades religiosas do Vaticano.

V.’.I.’.T.’.R.’.I.’.O.’.L.’.


O V.’.I.’.T.’.R.’.I.’.O.’.L.’. é uma fórmula alquímica e hermética cuja sigla é composta de 7 (sete) letras e significa “VISITA INTERIOREM TERRAE RECTIFICANDOQUE INVENIES OCCULTUM LAPIDEM”, ou seja, Visita o Interior da Terra Retificando-te Encontrarás a Pedra Oculta.
Essa importante expressão em si não é outra coisa senão a profunda descoberta de si mesmo, na solidão, no seio da Terra, ou, doutro modo, é o símbolo universal da constante busca do homem para melhorar a si mesmo e a Sociedade em geral.
Para que possamos efetuar o V.’.I.’.T.’.R.’.I.’.O.’.L.’. é necessário, inicialmente, descermos nas profundezas da terra, ou seja, debaixo da superfície da aparência exterior que esconde a realidade interior das coisas e a revela. Isto é, necessitamos ir ao nosso interior, sem demagogias e falsas aparências.
Depois de nos encontrarmos com nós mesmos, é imperioso meditarmos e retificarmos o nosso ponto de vista e a nossa visão mental com o esquadro da razão e do discernimento espiritual e com isso encontraremos daquela pedra oculta ou filosofal que constitui o Segredo dos Sábios e a verdadeira Sabedoria.
A “pedra oculta” é a PEDRA DO SÁBIO que se pode transformar na PEDRA FILOSOFAL, a pérola da Filosofia Divina, e é essa que torna o homem um ser sublime, mais evoluído, justo e perfeito, no trajeto da Vida Universal. Tal é o objetivo do verdadeiro iniciado (Maçom, Templário, Rosacruz ou outro) que busca o conhecimento Sagrado e Divino.
O homem, ao se retificar interiormente, deixando de lado todos os vícios de uma vida anterior para adotar novos padrões de conduta moral, transforma-se em um novo homem e deixa à mostra a pedra oculta que há dentro de todos. Tal pedra ainda se encontra em estado bruto, necessitando ser trabalhada, lapidada.
O que só acontece com o aprendizado constante, com a prática incessante das boas ações, com o respeito às normas, com a presença constante em Loja, com a aplicação dos princípios fundamentais da Maçonaria, como a fraternidade e a humildade!
De nada adianta descobrir que em seu interior há uma pedra bruta, se essa pedra não é tocada, não tem a sua rusticidade conhecida, se nada se faz para seu polimento.
Esse polimento é pesado, o desbaste das arestas, dos excessos, é doloroso, mas necessário, para fazer crescer aquele que encontrou dentro de si o que o diferencia dos demais animais: a pedra oculta, isto é, a inteligência, a capacidade de raciocinar, de discernir entre o certo e o errado, de dominar o desejo pessoal, de vencer paixões e submeter vontades!
A menção à pedra oculta, ainda, significa atingir o mais profundo do EGO e é usada como originária da força dos alquimistas, que acreditavam na PEDRA FILOSOFAL, ou seja, aquela pedra que transformava os metais inferiores em ouro.
Esse processo de transmutação, visto pela alquimia prática como “pedra filosofal”, é também conhecido como Obra do Sol, ou Crisopeia, ou Arte Real.
Portanto, a prática do V.’.I.’.T.’.R.’.I.’.O.’.L.’. é um convite ao conhecimento do ser interior, da espiritualidade, já que a Arte Real é a transformação do homem inferior em um homem superior. A PEDRA OCULTA é a PEDRA DO SÁBIO, que pode se transformar na PEDRA FILOSOFAL, ou seja, dentro de cada homem há uma PEDRA OCULTA, conhecida também como PEDRA DO SÁBIO, que o diferencia do animal irracional e que qualifica o ser humano como tal.
Trabalhada a PEDRA DO SÁBIO, tem-se a PEDRA FILOSOFAL, ou a PEDRA POLIDA, surgida com a transformação do bruto Profano, em um novo homem, um Maçom.
Encontrada a pedra oculta, ou a PEDRA DO SÁBIO, mas esquecendo-se de que o trabalho com essa pedra bruta deve ser constante, o homem não avança, não cresce espiritualmente e a pedra permanece bruta, não mostrando a sua beleza interior, permanecendo carregada de impureza que a obscurece e a torna imprestável para o uso a que se destina.
O Maçom que mantém a sua pedra oculta com traços de impureza, causados por ações ou omissões denominadas vícios, não pode ser chamado de Maçom. Daí, pode-se afirmar, sem temor, que o trabalho do Maçom na pedra bruta deve ser diário, incessante, devendo ele com constância, visitar o interior da terra, retificando-se, na busca da pedra oculta.
                                                  

Os Enigmas de Agarta e Shamballah

Os Enigmas de Agarta e Shamballah

"Sob esse enfoque, muitos dos aspectos absolutamente "divinos" para o homem podem permanecer enquadrados num plano certamente superior ao "terrestre", mas inferior também ao "divino". Resta muito a aprender. E muito a retificar"

(Andreas Faber Kaiser)



O cientista, pesquisador e arqueólogo - além de tudo detentor do Prêmio Nobel - Dr. Walter Alvarez (direita) tem percorrido todo o planeta em busca de explicações para coisas misteriosas. Foi, contudo, na Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, que ele encontrou a maior e mais misteriosa de todas elas. Em 1969, juntamente com um grupo de cientistas, colocou ao redor dela detectores de raios cósmicos e sofisticados instrumentos de medição acoplados a um potente computador IBM-1130. O computador, contudo, simplesmente enlouquecia, divulgando relatórios erráticos e dados aleatórios - como que profundamente alterado pela interferências das poderosas e além de tudo desconhecidas forças que comprovadamente ali atuam! Um daqueles cientistas, o Dr. Gohed, encarregado da operação do tal computador, completamente perplexo, assim declarou no seu relatório: "As pedras parecem desafiar as leis da Ciência e da Eletrônica. Sendo assim, só nos resta supor que, ou bem a geometria da pirâmide contém um erro substancial que afeta as nossas leituras, ou existe um mistério que está além de qualquer explicação possível e ao qual se pode chamar, segundo o gosto de cada um, feitiçaria, magia ou maldição dos faraós, mas que sem dúvida alguma constitui um desafio às leis da Ciência!"



A Grande Pirâmide (ao centro) apresenta outros estonteantes mistérios. Um deles é a enorme quantidade - mais de 2.600.000 - blocos rochosos perfeitamente cortados e simetricamente ajustados, unidos sem qualquer tipo de argamasssa, que se elevam a 146 metros de altura. Outro cientista, o Dr. Joseph Davidovits, em uma conferência realizada pela Associação Internacional de Egiptologia em 1983, fez uma espantosa revelação: através das suas extensas análises efetuadas nesses blocos rochosos detectou bolhas de ar e fragmentos de tecido humano NO INTERIOR de um deles! Davidovits revelou que essas bolhas de ar são as MESMAS que encontramos nos nossos tradicionais cimento ou cerâmica....O que em outras palavras equivale a dizer que tais blocos de pedras foram artificialmente fabricados e moldados, através de processos desconhecidos!!! E o tecido humano encontrado bem no interior daquele bloco era justamente o resto de um braço humano, talvez do operário que há milênios sem conta estave presente na sua fabricação e sofrera uma acidente! E não é só isso: para provar aquilo que dizia e também tapar a sempre ferina boca dos céticos que o ridicularizaram, o Dr. Davidovits fabricou pedra sintética no seu laboratório em Saint Quentin (França), usando materiais mais ou menos semelhantes aos empregados pelos remotos construtores, obtendo assim as mesmas características daquelas empregadas na Grande Pirâmide!



E não é somente isso! O Egito guarda outros profundos mistérios que se situam para muito além da nossa imaginação. É sabido (porém nunca divulgado) que todo o seu território é percorrido de norte a sul por uma vasta rede de túneis e câmaras subterrâneas, obviamente elaborados por uma antiqüíssima e desconhecida civilização - onde certamente se escondem os seus verdadeiros segredos - e que por sinal dizem respeito à desconhecida História do nosso planeta! O nosso ponto de partida, pois, será exatamente a Esfinge, repleta de túneis no subsolo, guardiã suprema desses segredos, que nos remeterá a um outro mais denso e não menos profundo mistério:



Agartha, ou ainda Agarta e Agarthi, o misterioso reino subterrâneo! Seria uma simples lenda? Tudo parece indicar que NÃO! Desde muito tempo as antigas Tradições falam sobre ela e alguns grandes Iniciados, dentro de certos limites, já revelaram alguma coisa a seu respeito. Um deles, Ossendovski, já escrevera: "O povo subterrâneo de Agartha alcançou o mais alto saber. É um grande reino que conta com milhões de indivíduos sobre os quais exerce o seu poder o Rei do Mundo. Esse soberano conhece e dispõe livremente de todas as forças da Natureza, lê em todas as almas humanas e no grande Livro do Destino. Esse reino estende-se através de corredores e galerias subterrâneas que abarcam todo o globo terráqueo. Na superfície e nas entranhas da Terra, a extensão real de Agartha desafia todas as pressões da violência e da profanação"




Outro grande Iniciado, Saint-Yves D'Alveydre a esse respeito também escreveu: "O que vou narrar em seguida poderá parecer um conto das mil e uma noites, e no entanto nada mais é real. Barreiras invisíveis parecem interditar aos profanos o acesso a Agartha, apesar dos pontos de contato, dos itinerários secretos que permitem chegar até ela. Assegura-se que só conseguem chegar até ela aqueles que, por si mesmos, alcançaram o nível vibratório que permite o ingresso nas zonas proibidas".



Uma antiga profecia, denominada "A Profecia do Rei do Mundo", divulgada nos meios iniciáticos em 1890, diz textualmente: "Toda a Terra se esvaziará. Deus se voltará. Sobre ela espalhar-se-á somente a noite e a morte. Então eu enviarei um povo, agora desconhecido, que, com mãos fortes, arrancará as ervas daninhas da loucura e do vício, e conduzirá aqueles que permanecerem fiéis ao Espírito do Homem na batalha contra o mal. Eles fundarão uma nova vida sobre a terra purificada pela morte das nações. Após cinqüenta anos, apenas três grandes reinos aparecerão; estes viverão felizes durante setenta e um anos. Então os povos de Agarthi sairão das suas cavernas subterrâneas e aparecerão sobre a superfície da Terra".

 

Mas, afinal de contas, quem seria mesmo esse "Rei do Mundo"? Voltemos à velha Tradição, dessa feita a Tibetana (grifos nossos): "A misteriosa Agartha é também conhecida pelo nome da sua capital, Shamballah. Esse reino subterrâneo, iluminado por uma estranha luz particular, possui entradas e muitos acessos para os seus domínios subterrâneos, espalhados por várias partes do nosso planeta. Essas entradas são protegidas por campos de forças poderosíssimos e sempre guardadas por entidades DE UMA OUTRA DIMENSÃO. Na Agartha habitam os sábios de UMA ANTIQÜÍSSIMA CIVILIZAÇÃO QUE UM DIA DESAPARECEU DA FACE DA TERRA". Tudo isso "Governado pelo Rei do Mundo - um ser elevadíssimo, ORIUNDO DE SISTEMAS SOLARES DESCONHECIDOS, com milhões de anos de existência e experiências"! - Ora, diante disso tudo podemos logo pensar: resulta bastante óbvio que o tal Rei do mundo é ALIENÍGENA e mais óbvio ainda que muitos dos seus "súditos" logicamente também o são..... E ainda por cima viveriam há milênios bem debaixo dos nossos pés sem que sequer desconfiemos disso!



A ilustração acima reproduz uma crença muito generalizada entre as populações indígenas brasileiras, habitantes das densas e misteriosas Selvas Amazônicas. Matatu-Araracanga, misteriosas edificações, ou quem sabe ruínas, em meio às selvas hostis e que demarcariam as entradas para um mundo subterrâneo, habitado por uma raça que em tempos muito remotos teria vindo de "muito longe" e onde no topo dos seus imensos obeliscos brilhariam aquilo que os índios chamam de "LUZES ETERNAS"! O certo é que todas as tribos indígenas, mesmo aquelas mais afastadas e que portanto sequer se conhecem, mencionam invariavelmente a mesma coisa. E até mesmo saberiam exatamente onde essas entradas para o tal mundo subterrâneo ficariam, porém jamais se atrevem a tentar alcançá-las pois, segundo afirmam, lá "habitam os deuses e também uma maldição que elimina sem qualquer piedade os profanadores"! Aliás, todos os exploradores brancos que tentaram essa proeza, muitos atraídos pela possível existência de tesouros, jamais voltaram.



Índios Quichuas, ou Quechuas, habitantes dos contrafortes andinos do Peru e da Bolívia, contemplam a enigmática vastidão montanhosa. Também eles guardam das suas antigas tradições a lembrança quanto à existência de uma enorme rede de corredores, túneis e galerias subterrâneas que se prolongam para muito além dos Andes e onde residiriam seres de uma elevada hierarquia - considerados "deuses"..... Deuses "de uma civilização muito antiga que conhecia as nebulosas e todo o Sistema Solar, os quatro rincões do horizonte, as quatro pontas do arco do céu e a face redonda da Terra"! E tudo isso não pode mesmo se tratar de mera coincidência, uma vez que por todo o nosso planeta - desde o Egito, Tibet, Europa, Ásia e a totalidade das três Américas - os mais antigos povos, e até hoje seus descendentes que por sinal nunca se conheceram, insistem na mesmíssima e sempre insistente tradição. E nesse particular, portanto, não existem meios-termos, tornando-se inteiramente válido e adequadamente aplicável aquele velho ditado popular que diz: onde há fumaça, haverá certamente uma enorme possibilidade de fogo! (FOTO: Jacques Cousteau)



Um certo tipo de "fumaça", aliás, bastante gritante e por demais evidente! Estaríamos lidando com simples lendas? Muito difícil! Veja esta foto NASA, tomada por satélite acima das densas e inexploradas selvas da Guatemala.......



..... a mesma foto, agora em infra-vermelho. Sim, são estruturas subterrâneas, uma verdadeira rede - oficialmente classificadas como "antigas canalizações maias". Mas, cabe a pergunta, canalizações de QUÊ e para quê? Profundamente escavadas no subsolo? Bastante sutil.....! E por quê precisamente a NASA iria se interessar por "simples canalizações maias"?



Óbvio que a resposta está nas enigmáticas e portentosas ruínas de Tikal - na Guatemala mesmo e oficialmente atribuída aos Maias - onde (e assim como no Egito) uma recente e avançada tecnologia do Radar de Penetração Subterrânea (SIRA) descobriu uma vasta e profunda rede de galerias subterrâneas ainda inexploradas e que atravessam aquele país de um lado a outro, por cerca de 800 quilômetros!!!

 

E nunca é demais lembrar que os governos mundiais SABEM que esses túneis desconhecidos (além de tudo contendo estranhas edificações) de fato existem, já tendo sido inclusive devidamente mapeados, tornando-se objetos de reuniões e conferências ultra-secretas. Isso em vários países do mundo e até mesmo aqui no Brasil! Eles verdadeiramente cruzam as Américas Central e do Sul. Aqui no nosso país, eles existem nas regiões da Amazônia, no Planalto Central e bem no litoral oeste do Rio de Janeiro em direção ao de São Paulo - precisamente para além da enigmática Pedra da Gávea e onde, aliás, desde 13 de maio de 1980 desapareceu sem deixar quaisquer vestígios o avião PT-KHK com cinco geógrafas e dois tripulantes que fora fretado por um órgão oficial do Governo Brasileiro justamente para bisbilhotá-los!





E as sempre insistentes lendas sobre essa montanha e os seus enigmáticos monumentos falam mesmo a respeito de uma certa entrada, um certo "portal", que ali existiria dando acesso ao seu interior. Muitas pessoas já desapareceram lá pelas proximidades do topo, ao passo que muitos outros perderam as vidas através de alguns misteriosos "acidentes" tentando justamente localizá-lo - ou talvez pelo simples fato de inadvertidamente terem cruzado certas áreas interditas.

 

Lembremos ainda que campos de forças poderosos e desconhecidos atuam lá por aquelas bandas e até mesmo certos misteriosos "espectros" surgem nas fotos tomadas por montanhistas quando reveladas. Seriam as tais "Entidades de uma outra dimensão" que, conforme a Tradição, guardariam as entradas secretas para o Reino de Agartha? É possível, pois não se trata de fantasias ou lendas: já tivemos ocasião de ver várias dessas surpreendentes fotos e até mesmo aconteceu conosco! Veja por exemplo a imagem acima, com as respectivas ampliações à direita. Essa coisa gigantesca e diáfana, que não estava no local quando tomamos a foto, decididamente não é humana!

 

Contudo, o mistério mais sutil (e ao mesmo tempo mais denso) relativamente a esses túneis e edificações subterrâneos é justamente a presença "deles", os enigmáticos UFOs, nas proximidades de certos monumentos misteriosos do passado - que, por sinal, parecem ter sido propositadamente erigidos para demarcarem as entradas e saídas, as "vias de acesso" por assim dizer, dos tais mundos subterrâneos! Diante de tudo isso, só podemos pensar em três coisas: remanescentes das perdidas Atlântida ou Lemúria ainda ocultamente sobrevivendo no nosso subsolo; bases e cidadelas alienígenas aqui estabelecidas desde milênios sem conta; ou, quem sabe, uma estranha e evoluída raça, paralela e de origem terrestre mesmo, que se desenvolveu nos subterrâneos do nosso planeta! E você, Prezado (a) Visitante, qual a sua opinião? Não esqueça que o tal "Rei do Mundo", de acordo com as Tradições, "é oriundo de sistemas solares desconhecidos", estando ele e os seus "súditos", pelo que tudo indica através da sua própria Profecia, pacientemente aguardando. Esperando apenas e tão-somente que nos destruamos - graças à nossa própria estupidez - para finalmente herdarem a superfície da Terra!!!

 

Mas, por outro lado, quem sabe isso não seja algo bom e até absolutamente necessário para promover uma "limpeza" e depurar este planeta envolto em trevas, restaurando assim a Luz Primordial que há muitos milênios infelizmente se extinguiu na Terra? Existe verdadeiramente uma luta silenciosa do bem contra o mal e há, de fato, qualquer coisa "no ar"! Em 1710, S.R. (FRC) anunciou que os Verdadeiros Mestres Rosacruzes começariam a se retirar para o Oriente, isto é, lá para os lados dos refúgios secretos de Shamballah! O Mestre Saint-Germain (ilustração acima), por sua vez, vendo o mundo cada vez mais mergulhado no pecado e na devassidão prenunciara essa retirada, ou seja, que o Conhecimento passaria a um outro plano, fugindo assim do mundo manifestado para se unir ao "Invariável Meio", ou o Reino de Agarta! Também René Guénon, sustentou como definitiva essa retirada a partir do Século XX. Sedir, outro grande Iniciado R+C, revelou que "isso quer dizer que a Manifestação Rosacruciana desde então está terminada, e que, por conseguinte, nada do que, em seguida, se chamou Rosa+Cruz representa a pura associação primitva. O que não significa de modo algum que não haverá mais Verdadeiros Rosa+Cruzes em nosso velho mundo; mas sua manifestação será isolada e, por conseguinte, mais difícil de ser desvendada".

 

Sim, amigo (a) Visitante: existe um velho axioma iniciático que diz: "Existem muitos "mestres" neófitos e muitos neófitos Mestres, pois nem todo asceta será o verdadeiro sábio! Alguns autênticos e mais elevados Mestres ficaram, ou se reencarnaram, voluntariamente aqui no Ocidente (Ocidente que desde o Antigo Egito era considerado a "terra dos mortos" e onde - de fato e cada vez mais - todos estão espiritualmente "mortos"), abnegadamente trabalhando, ISOLADOS e sem nada pretender. O Verdadeiro Mestre, isto é, aquele que SABE, não é um mero leitor de discursos ou ensinamentos alheios - muitas vezes sem sentido, vazios, inócuos. Ele, ao contrário do impostor e do mercantilista, é de certa forma um sucessor de uma linhagem muito antiga e predestinada, trazendo na mente, no coração e também nas veias as marcas indeléveis da Atlântida e da Sabedoria do Antigo Egito. Graças à pureza de coração e das intenções torna-se então um canal, um instrumento a serviço das Forças Superiores que lhe ditam tudo aquilo que deve ser dito, para assim transmitir da melhor maneira possível seus ensinamentos - precisamente como nos mostra a antiga alegoria Rosacruz acima - mas somente para aqueles que, tendo os necessários olhos para ver e os necessários ouvidos para ouvir, deles quiserem se aproximar!


Fonte: http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id214.htm

sábado, 5 de abril de 2014

Que todos nós possamos encontrar o nosso caminho.”


”Como um homem pode reconhecer o seu “Eu Completo” e seu pleno poder através dos olhos de uma mulher incompleta? A mulher que tem sido despojada do seu reconhecimento como “Deusa” e foi diminuída para uma bunda e peitos grandes para o conforto físico apenas. A mulher que foi silenciada para que pudesse esquecer a sua essência espiritual, por que suas palavras agitam muitos pensamentos fora do espaço do prazer. A mulher que foi diminuída para cobrir tudo o que apodrece dentro dela com roupas e sapatos vermelhos.

Estou certa de que os homens que reestruturaram as nossas sociedades de culturas onde a mulher era honrada, não tinham ideia do resultado. Eles não tinham ideia de que, eventualmente, até mesmo os homens tornariam-se vazios e com saudade da profundidade, significado e conexão.

Há uma profunda tristeza em mim quando eu assisto a um homem que não pode reconhecer o vazio que sente quando objetiva-se como um banco e realmente acredita que ele pode comprar o amor com as coisas e status social. É doloroso para ele testemunhar a “traição” quando uma mulher recusa a oferta.

Ele não reconhece que a criação de uma meia-mulher tem contribuído para a sua raiva reprimida e a frustração de sentir que ele não é suficiente. Ele, então, pode não conseguir amar nenhuma mulher ou pode manter varias meias-mulheres como o seu “prêmio”.

Ele não reconhece que é sua submersão na cultura guerreira desequilibrada, onde a violência é o meio de conseguir respeito e poder, como a razão pela qual ele pode quebrar o rosto da mulher, que lhe deu quatro filhos.

Quando a mulher é perdida, assim é o homem. A verdade é que a mulher é a janela para o coração de um homem e coração de um homem é a porta de entrada para a sua alma.

Poder e controle NUNCA irá ser maior que o Amor.

Que todos nós possamos encontrar o nosso caminho.”

(Jada Pinkett-Smith, Revista Sinuous)
http://www.sinuousmag.com/2012/12/jada-pinket-smith-war-on-men/

você PODE.


O quanto você acredita em si mesmo?
Até onde iria por seus sonhos e metas?
Quantos sonhos já deixou de lado por ouvir alguém que não seja você mesmo?
O quanto outras pessoas te influenciam?
O que estaria disposto a fazer pra alcançar seus sonhos?
O que impede de você alcança-los?
Quer parar no tempo ou quer evoluir?

Se pergunte isso todos os dias, deixe as palavras passarem de um ouvido a outro, filtrando só o que tem a acrescentar, você está aqui pra ser feliz, a sua maneira, se desapegue de crenças limitantes onde sua felicidade está imposta após seguir certas coisas, o tempo de ser feliz é agora, se você ta aqui lendo esse texto com atenção sei que todos os dias você lida com pessoas querendo te tirar do seu caminho, te mostrando que está errado, te dizendo sobre como precisa agir na sua vida, te dizendo o que existe ou não, e no final das contas nenhum desses caminhos te faria mais feliz que o seu próprio, não existe nenhum sonho louco que não possa ser conquistado, se tem em mente, FAÇA, quantas vezes o que era considerado impossível foi mostrado possível? Se não fossem poucas pessoas acreditarem em algo além, não sairíamos das cavernas, a partir de hoje faça um favor para você mesmo, se junte aos que te apóiam, mude sua vida a seu favor, deixe de lado pessoas limitante, e acredite... você PODE.

Não há luz sem sombra!

"Aprenda a amar com todo o seu coração e aceitar o lado desagradável dos outros (assim como o seu). 
Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso ter um grande coração para incluir os espinhos.”
(Ditado Budista)

Não tenha medo de energias negativas, não exclua nada. 
Integre-as! As pessoas gostam muito de falar sobre a luz, mas renegam a sombra… 

Não há luz sem sombra!

sábado, 29 de março de 2014

SEICHIM / SEKHEM - O REIKI EGÍPCIO


SEICHIM / SEKHEM - O REIKI EGÍPCIO
ORIGEM
O Reiki Egípcio também chamado de Seichim-Reiki ou Seichim/Sekhem, refere-se à um sistema milenar de cura utilizado no antigo Egito, também presente na cultura dos Maias na América do Sul e posteriormente na Índia, Tibet e China. Seichim é o nome usado na Índia e Sekhem é o nome usado no Egito, mas com o desenvolvimento e expansão deste sistema de cura, chegou-se a conclusão de que a "Energia da Luz Vital do Arco Íris do Criador", na qual se baseia o sistema chamado SEICHIM/SEKHEM, é a mesma de outras técnicas de cura com a imposição das mãos, onde o Reiki está contido. Acredita-se que o SEICHIM originou-se nos templos de Atlântida.

Quando os Atlantes ocuparam o Antigo Egito, implantaram várias técnicas científicas para o desenvolvimento da população local. Todo esse conhecimento ficou registrado em Símbolos e Hieroglifos nas Pirâmides, na Esfinge, nos Templos e outros monumentos, que até hoje são "mistérios" que fascinam a humanidade. Muito se perdeu com o passar do tempo, em função das invasões ocorridas no Egito e das perseguições de morte sofridas pelos sacerdotes e sacerdotisas de Ísis.

SEICHIM significa o poder da luz viva. SEKHEM é uma palavra egípcia cujo significado é poder ou intenção. Então podemos traduzir SEICHIM/SEKHEM como "O Poder dos Poderes". SEKHEM é também o termo utilizado no Egito para designar o que os indianos chamam de "Prana", os japoneses de "Ki" e os chineses "Chi"; que significa força ou energia essencial disponível no universo e presente em toda a vida.
A REVELAÇÃO

A vibração energética SEICHIM/SEKHEM foi redescoberta em 1979 pelo americano Patrick Zeigler, um emissário do Grupo de trabalhos da ONU pela paz mundial. Durante uma viagem ao Egito, Patrick passou uma noite na grande pirâmide de GIZE, onde recebeu uma poderosa iniciação tendo contato com um altíssimo padrão vibracional e seres superiores. Sentiu, entre outras coisas, seu corpo ser preenchido por uma luz inicialmente azul, (que depois expandiu-se para todas as cores, pois as ondas eletromagnéticas recebidas por ele, atingiam todo o tipo de freqüência universal), sentiu seu chacra cardíaco expandindo-se e banhando todo seu ser, enquanto todos os outros chacras também se expandiam, então, Patrick visualizou coisa jamais pensadas por ele anteriormente. Embora não entendesse como, a partir dessa iniciação, quando adoecia, bastava que colocasse suas mãos na área do seu coração (Chacra Cardíaco) para sentir a entrada da energia por esse Chacra, curando-se. Voltou aos EUA e aí aprendeu o REIKI USUI tradicional, níveis 1, 2 e 3.

Depois de algum tempo voltou ao Cairo onde conheceu um mestre sufi chamado Brahani, que o ensinou a trabalhar com esta energia que segundo Brahani era muito utilizada nos tempos de luz do antigo Egito. Patrick passou um longo tempo recebendo ensinamentos deste mestre e buscando mais conhecimentos sobre esta energia. Foi então que conheceu uma senhora chamada Christine, canalizadora do ser espiritual Marat, que juntamente com seu mestre sufi foram lhe ensinando a trabalhar e a utilizar a energia e a dádiva que havia recebido. Marat explicou a Patrick que o que ele aplicava em seus tratamentos não era REIKI, era SEICHIM, cujo símbolo lembrava um oito deitado com um vórtice de luz, um sinal da energia do infinito, que representava o padrão de energia do SEICHIM. O símbolo lembra o Cho-Ku-Rei com um "oito deitado" (símbolo do infinito) no centro, por isso é chamado de "Cho-Ku-Ret", ou "Zara". A partir daí, Patrick passou a usar esse símbolo em todas as sintonizações e tratamentos.
OS SÍMBOLOS
No SEICHIM, existem muitos símbolos, os básicos, colocados nas sintonizações e aqueles que são canalizados, enviados e desenhados em medidas específicas pelo Cosmos, considerando várias particularidades, como por exemplo, a configuração astrólogica no momento de seu nascimento e de seus registros akáshicos. No início Patrick trabalhava com 11 símbolos sagrados e costumava dizer que: "Receber novos símbolos é muito comum no SEICHIM, pois o iniciado fica sintonizado numa corrente da Geometria Sagrada". Ao longo do tempo os praticantes foram aprendendo e canalizando outros símbolos. Atualmente o sistema completo conta com 27 símbolos sagrados.
A TÉCNICA
O Reiki Egípcio diferencia-se de outras técnicas de cura pelas vibrações energéticas e pelo grande número de símbolos usados como instrumento de cura. Alcança dimensões energéticas mais elevadas que ajudam a resolver problemas de nível emocional, psíquico e mental; aplicável em todos os organismos vivos (homens, animais e plantas). A exemplo do Reiki, não exige uso de aparelhos ou equipamentos, as energias transmitidas não são as próprias do operador. O sistema é uma técnica de retransmitir energia, utilizando o operador como canal. O operador de SEICHIM é apenas um instrumento canalizador da Energia Universal. Essa técnica busca equilibrar as energias masculina e feminina do poder divino de transformação presentes no ser humano. Utiliza símbolos e mantras sagrados para liberar bloqueios energéticos profundamente arraigados no corpo físico, mental, emocional e espiritual e eleva o iniciado ao caminho da ascensão. Com a energia SEICHIM/SEKHEM é possível o contato direto com o Eu Superior e curas em nível de alma e mônada. O SEICHIM/SEKHEM libera os canais energéticos do individuo, possibilitando a consciência de todos os seus outros corpos, o desenvolvimento da clarividência, telepatia, projeção astral consciente, entre outros.

A INICIAÇÃO
A iniciação em SEICHIM/SEKHEM é uma das cerimônias mais lindas. O neófito recebe a energia através do canal de Antacarana, expandindo o seu Corpo de Luz e seus oito chakras no corpo, assim como os cinco chakras superiores (fora do corpo); com invocações aos Mestres da Grande Fraternidade Branca, o Eu Superior, Deuses do Antigo Egito, tais como o Deus Thot e a Deusa Ísis. O iniciado tem a possibilidade de ativar o Deus/Deusa que está no seu interior; rever sua vida passada no Antigo Egito e trazer para o momento atual toda a magia, autoridade divina e resplendor que viveu no passado, pois tudo está gravado nos nossos registros akáshicos.

Uma sessão de iniciação ou sintonização em Seichim pode ser feita de forma presencial ou à distancia. Na sintonização presencial, as vibrações eletromagnéticas da energia Seichim são transferidas através das mãos do canalizador diretamente sobre o corpo físico/etérico do receptor.

Há também uma "Cerimônia de Abertura do Terceiro Olho", que pode ser realizada isoladamente ou em conjunto com a sintonização. O Terceiro Olho é a janela da alma para essa e outras dimensões, bem como para os registros akáshicos desta vida e de todas as outras. O Terceiro Olho pode ser bloqueado por diversas razões e, quando isso acontece, as habilidades psíquicas podem ser prejudicadas.
OS NÍVEIS
O primeiro, segundo e terceiro níveis equivalem aos níveis 1, 2, 3-a do Reiki Usui Tradicional. O iniciado recebe 4 símbolos.

O quarto nível é o nível em que as harmonizações de cura ocorrem diretamente na dimensão da pura luz, onde não há mais forma é pura essência, são passados 8 símbolos exclusivos do sistema seichim/sekhem.

O quinto e sexto níveis representam a evolução da nossa consciência e ativação total da glândula timo (o oitavo chacra), elevando a energia do centro do coração e ativando e ancorando a consciência do Cristo dentro do corpo físico. São passados mais 8 símbolos sagrados.

O sétimo nível é o do mestrado no qual são repassados todos os símbolos necessários para as sintonizações e informações referente aos procedimentos das iniciações e todas as cerimônias são ensinadas ao iniciado. O Mestrando recebe mais 7 símbolos sagrados e estará habilitado para iniciar alunos em todos os níveis bem como formar outros mestres.
CONCLUSÃO
Embora o Reiki Egípcio seja em alguns aspectos, diferente de outras técnicas, não significa que seja melhor ou mais forte. Trata-se de mais um caminho que o Terapeuta ou paciente poderá trilhar para atingir a realização espiritual e alcançar a cura para os males do corpo, da mente e do espírito, independente de religião ou filosofia.

Recomendamos aos Terapeutas que pretendem trabalhar com o Seichim, ou com qualquer outra técnica energética, que procurem informar-se sobre os aspectos legais da profissão, para que não sejam acusados de charlatanismo ou curandeirismo. Aconselhamos também para que não emitam diagnósticos, essa tarefa cabe aos profissionais da área Médica.

Recomendamos aos pacientes que não suspendam a medicação que eventualmente estejam tomando, seja alopata ou homeopata, pois o Seichim atua em outro nível. Aconselhamos que o paciente continue com o acompanhamento médico tradicional, inclusive para constatar a regressão da doença. Se achar conveniente, comente com seu médico que está pretendendo receber aplicações de Seichim e ouça a sua opinião, se não se sentir seguro dos resultados que irá alcançar, não inicie o tratamento com o Seichim, pois sua mente já estará bloqueando o efeito desejado.